quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Projeto Sala de Educador - 2013



ESTADO DE MATO GROSSO
SECRETARIA ESTADUAL DE EDUCAÇÃO
ASSESSORIA PEDAGÓGICA DE MIRASSOL D’OESTE-MT
ESCOLA ESTADUAL “IRENE ORTEGA”

















PROJETO: SALA DE EDUCADOR





CICLO DE FORMAÇÃO HUMANA





















MIRASSOL D’OESTE, 10 DE JANEIRO DE 2013.
1 – APRESENTAÇÃO


A Escola Estadual “Irene Ortega”, atualmente atende uma clientela da Educação Básica, Ensino Fundamental Regular nos períodos matutino e vespertino e Ensino Fundamental e Ensino Médio na Modalidade Educação de Jovens e Adultos -EJA- no período noturno. Construída no perímetro urbano no Município de Mirassol D’ Oeste, localizada na Rua Elcia P. Bueno, 111, Bairro Cohab, Cep: 78280.000, com telefone (65) 3241-3100.
Está autorizada a funcionar pelo Decreto Nº. 647/88 de 19 de Abril de 1998, publicado no Diário Oficial de 19/04/88, e o Recredenciamento do Estabelecimento foi efetuado pela portaria Nº. 325/2008 de 01 de Dezembro de 2008 e Autorizada pela Resolução Nº. 062/2004 e CNPJ Nº. 01.970.251/0001-61.
O terreno onde se encontra o prédio da Escola foi denominado pelo termo de comodato pela Prefeitura Municipal de Mirassol D’Oeste juntamente com a Secretaria de Educação de Estado de Mato Grosso, possui uma área de 3.306 (três mi, trezentos e seis) m2, sendo que a área ocupada pela construção é de 1.219 (um mil, duzentos e dezenove) m2.
O prédio é utilizado apenas como Estabelecimento de Ensino e tem capacidade para atender 500 (quinhentos) alunos.
Segundo os dados coletados após reuniões e pesquisas com a comunidade escolar, constatou-se, que a maioria pertence a um nível sócio-econômico baixo, predominando uma renda familiar que não chega a 02 (dois) salários mínimos por família. Os pais trabalham em atividades diversas como: diaristas, empregadas domésticas, bóias-frias, funcionários em empresas privadas, motoristas, garis, funcionários públicos e pequenos comerciantes, tendo também um índice considerável de pessoas desempregadas.
Referindo-se ao grau de instruções dos pais dos alunos que estudam nessa instituição, prevalece o ensino fundamental incompleto. Uma parte dos alunos são filhos de mães solteiras e residem com avós ou parentes próximos, outros com pais separados.
A habitação da maioria da população é de alvenaria, casas próprias ou financiadas pela Caixa Econômica, alguns moram de aluguel. Quanto à religião predominante, é a católica, seguida das evangélicas e espíritas.
A localização do Estabelecimento no Município fica na zona urbana, (bairro periférico), e atende a clientela do próprio bairro e de bairros próximos como, por exemplo, dos Bairros Mutirão, São José, Boa Vista e Shangrilá, cuja locomoção dos mesmos se dá por meio de bicicletas e a pé, poucos alunos são da zona rural e vem de ônibus. O bairro contém: rede de esgoto, ruas pavimentadas, iluminação pública, água tratada e linha telefônica.
As opções de lazer são poucas: passeio de bicicleta, programas de televisão, igrejas e brincadeiras com colegas.

LISTA DE SERVIDORES ATRIBUÍDOS NA LOTAÇÃO
NOME
FORMAÇÃO
ATUAÇÃO
EDNA LOPES DE LIMA
PEDAGOGIA
COORDENADORA
HÉLVIO AMANCIO RAMOS
BIOLOGIA
PROFESSOR
ROSANE GUIDINI
LETRAS
PROFESSORA
MAURÍCIO M. ALVES PEREIRA
HISTÓRIA
PROFESSOR
MIRIAM ALVES N. BARROS
PEDAGOGIA
DIRETORA
OZIEL DE SOUZA LIMA LEITE
MATEMÁTICA
PROFESSOR
FÁBIO CAMPOS DA SILVA
MATEMÁTICA
PROFESSOR
JANAINA HELENA POMAR
LETRAS
PROFESSORA
ANGELA MARIA C. DE LIMA
PEDAGOGIA
PROFESSORA
CÉLIA PAULA LUPERINI
PEDAGOGIA
PROFESSORA
ELIZETE PEREIRA COUTO
PEDAGOGIA
PROFESSORA
LUCI EVANGELISTA DA SILVA
PEDAGOGIA
PROFESSORA
ELAINE CRISTINA DIAS SOUTO
PEDAGOGIA
ARTICULADORA
ALDENI ANGELA LEITE SILVEIRA
PROPEDEUTICO
NUTRIÇÃO
ANA CLAUDIA ALONSO RIBEIRO
LETRAS
LIMPEZA
BENEDITO ANT. DOS SANTOS
PEDAGOGIA
PROFESSOR
ROSELÍ AP. DE SOUZA PRANDINI
PEDAGOGIA
PROFESSORA
CLÁUDIA LUCIA PINTO
BIOLOGIA
TEC.ADMINISTRATIVO
ROSELEI SÃO MARCO NOGUEIRA
PEDAGOGIA
SECRETÁRIA
ADEMILSON NUNES PAIXÃO
PROPEDEUTICO
VIGILÂNCIA
JOÃO CIRIO PROCOPIO
PROPEDEUTICO
VIGILÂNCIA
MARIA PROCÓPIO P. CRISTOVAN
PROPEDEUTICO
LIMPEZA
ELZA MILAN DOS S. COUTINHO
PROPEDEUTICO
NUT. ALIMENTAR
RAQUEL ROD. DA S. MARQUES
LETRAS
LIMPEZA
NAIR ADÃO DA SILVA
PROPEDEUTICO
LIMPEZA
REGINALDO M. CONSTANCI
ENS. FUND.
VIGILANCIA
FRANCISCA TEIXEIRA ALVES
PEDAGOGIA
NUT. ESCOLAR
DAYANE WELLYS BRAGA
SIST. DE INFORM.
TEC.LAB.INFORM.
WELLINGTON H.S.M.BASSAROTTI
PROPEDEUTICO
TEC.LAB.INFORM.
EDSON EVAN. CARVALHO
PROPEDEUTICO
BIBLIOTECÁRIO


2 – JUSTIFICATIVA


Este projeto surge da necessidade de ampliar os conhecimentos dos educadores, no que se refere às ações educativas na busca de efetivamente tornar a escola uma instituição que forma por Ciclo de Formação Humana, adotando práticas baseadas na Pedagogia da Inclusão e empreender um novo fazer pedagógico, mediador de mudança e transformador da escola em espaço de alegria, saberes, imaginação e criatividade, como sugere a proposta Escola Ciclada de Mato Grosso, da Secretaria de Estado de Educação, de 2001. Por acreditarmos que ao conhecer melhor essa proposta, (reconhecemos ainda, apresentar dificuldades em sua compreensão e execução em alguns pontos), podemos entendê-la melhor e assim termos suporte para refletirmos sobre a prática pedagógica e a compreensão dos princípios orientadores da escola organizada por Ciclos de formação. Partindo da premissa do entendimento podemos objetivar criar condições concretas para que as mudanças ocorram e alcancem a melhoria na qualidade de ensino tão esperada, alcançando as metas traçadas pela Proposta e que ainda estão por ser atingidas.
         Neste sentido propomos promover na sala de educador, discussões e estudos englobando os temas sugeridos no Livro Escola Ciclada de Mato Grosso como: Contextualizando o Ciclo de Formação Humana na Educação do Estado de Mato grosso (Capitulo 1), Infância, adolescência e Contemporaneidade (Capitulo 2), Currículo - Aprendizagem e Conhecimento (Capitulo 3) e A Avaliação na escola Ciclada (Capitulo 4), contemplando sempre os conteúdos planejados pelos professores bem como os transversais, elaborando projetos que serão desenvolvidos na prática,  e assim construirmos conhecimentos que poderão transformar nossa prática pedagógica a fim de apoiar e enriquecer a aprendizagem reforçando atitudes de respeito e solidariedade.
Desta forma, ao vislumbrar um processo de aprendizagem articulado a partir do saber do professor e demais profissionais da educação que aqui trabalham, estaremos realizando com eficácia a importante função que a escola tem, de aperfeiçoar a formação dos educadores por meio da formação continuada visando melhorar a qualidade da educação.
Portanto, acreditamos que o projeto Sala de Educador vem ao encontro das necessidades dessa instituição de ensino, pois possibilita aos educadores implementar seus saberes, visto que traz a oportunidade de circular saberes diversos num mesmo grupo de estudo, fato que potencializa o olhar do educador a respeito do foco de estudo e contribui para que este faça a transposição teórica em sala de aula.
Assim, consideramos necessário nos aprofundar na temática supracitada, a fim de evidenciar a importância de melhorar as capacidades de todos os educadores da escola nas práticas de ensino que busquem levar a informação como arma para reverter o quadro inadmissível que é o de atuar como educador e não conhecer profundamente a proposta de ensino da rede, o que demonstra tremenda incoerência já que somos nós os representantes da Secretaria Estadual de Educação no local e consequentemente quem deve conduzir fielmente o desenvolvimento dos seus princípios.
Pretendemos com isso, como cita o Livro Escola Ciclada de Mato Grosso promover uma escola que exija um no paradigma de escola e educação que atenda as reis necessidades da população contemplando as novas relações entre desenvolvimento e democracia. Infelizmente, mesmo entre os professores, não é pequeno o número dos que concordam que a educação escolar seja seletiva e não acessível a todos os brasileiros, considerando isso natural. Ver a educação escolar apenas como um serviço prestado por instituições públicas e privadas tem impedido que grandes parcelas dos responsáveis pela educação do nosso país a entendam como um direito de cada membro da sociedade brasileira (LDB, n. 9.394/96, artigos 4º, 5º e 6º).
Pretendemos com isso estabelecer vínculos entre os resultados das avaliações de aprendizagem e a formação dos professores, tanto a inicial como a educação continuada, a fim de que o processo de aprendizagem em sala de aula possa ser efetivamente renovado.
Nesse viés, também propomos um estudo voltado para a proposta de um pensar na escola como locus de formação, proporcionando aos participantes momentos de interatividade e participação, a fim de que possam também investir na sua formação, de maneira contínua, individual e coletiva, por meio da organização dos grupos.





3 – OBJETIVOS

3.1 – GERAL

Promover a compreensão dos educadores de que inovações e transformações se dão no exercício da própria prática docente, no interior da escola, onde são forjadas nossas representações sobre essa instituição e sua função social.

3.2 – ESPECÍFICOS
§      Melhorar a qualidade do processo ensino-aprendizagem, com práticas educativas inerentes ao Ciclo de Formação Humana;
§      Envolver todos os Educadores em atividades pedagógicas que os levem a entender a Proposta de Formar por Ciclo de Formação Humana;
§      Tornar o professor também um produtor e mediador de conhecimento em parceria com seus alunos;
§      Desenvolver ações que, propiciem aos pais entenderem como se dá o processo de ensino aprendizagem no Ciclo de Formação, bem como compreenderem a importância de sua participação na vida escolar de seus filhos;
§      Promover reuniões de pais, educandos e mestres, com palestras e conversas que visem o entendimento e a sensibilização dos mesmos a cerca da Proposta;
§      Definir metas com coerência entre a teoria, a prática e a realidade para dar significado à construção do conhecimento;
§      Propor ações de incentivo ao educador para atentar se a sua prática pedagógica é condizente com a proposta;
§      Despertar nas turmas do ensino fundamental e EJA o respeito pela diversidade, desenvolvendo ações que os sensibilizem quanto à necessidade de humanizar a aprendizagem, oferecendo, sem distinção, condições para que ocorra a construção do conhecimento;
§      Orientar os professores a trabalharem temáticas que envolvam os Temas Transversais, (Ética, Pluralidade Cultural, Meio Ambiente, Saúde, Orientação Sexual e Trabalho e Consumo) preparando-os com os estudos desenvolvidos na sala de educador;

4 - FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA

As demandas crescentes de aprendizagem produzem-se no contexto de uma suposta sociedade do conhecimento, que não apenas exige que mais pessoas aprendam cada vez mais coisas, mas que as aprendam de outra maneira, no âmbito de uma nova cultura da aprendizagem, de uma nova forma de conceber e gerir o conhecimento, seja da perspectiva cognitiva ou social (POZO, 2006).
Considerando a sociedade atual, fragilizada pelos anseios do capitalismo, faz-se necessária reavivar a cultura popular e cotidiana, principalmente nos aspectos que envolvem o conhecimento, a fim de possibilitar maiores condições ao cidadão de entender, compreender e viver de forma digna e responsável.

O conhecimento das diversas realidades que perfazem a sociedade é segundo Freire, indispensável para a construção do saber.  Sendo assim, é preciso considerar o eu, o outro e o contexto a fim de construir o respeito às diferenças e, desta forma, contribuir para com uma educação inclusiva. Assim, “Conhecer o mundo real é o primeiro passo para obtermos a cidadania ativa tão vislumbrada por Paulo Freire que nos tem sido subtraída” (SANTOS, (2005).
Deparamos-nos com freqüência com as resistências dos professores e direções, manifestadas através de questionamentos e queixas ou até mesmo com expectativas de que possamos apresentar soluções mágicas, de aplicação imediata causando decepção e frustração, pois ela não existe. Segundo o Livro Escola Ciclada de Mato Grosso, pag. 16, a mudança de uma escola seriada para uma escola ciclada justifica-se pela necessidade imperiosa que a atual conjuntura político-econômica-social tem colocado, exigindo um novo paradigma de escola e educação que atenda às reais necessidades da população, contemplando as novas relações entre desenvolvimento e democracia. Infelizmente, a permanência dos elevados índices de insucesso escolar tem levado a sociedade brasileira, de modo geral, a desacreditar na escola e a ver com naturalidade e banalização a retenção e a deserção dos alunos, especialmente daqueles provenientes de camadas populares.
Lamentavelmente, mesmo entre os professores, não é pequeno o número dos que concordam que a educação escolar seja seletiva e não acessível a todos os brasileiros, considerando isso natural. Ver a educação escolar apenas um serviço prestado por instituições publicas e privadas tem impedido que grandes parcelas dos responsáveis pela educação de nosso país a entendam como um direito de cada membro da sociedade brasileira (LDB, n 9.394/96, artigos 4º, 5º e 6º).
A implantação na rede estadual de ensino do Formação por ciclo de formação humana, constituiu-se numa importante iniciativa que inaugurou uma estratégia politico-pedagógica de caráter democrático para o enfrentamento do fracasso escolar, eliminando a reprovação e contribuindo para a permanência de crianças em idade escolar no sistema de ensino, garantindo assim, inicialmente, o direito à alfabetização. Dando continuidade à implementação de uma politica educacional de inclusão social.
O objetivo maior desse projeto é garantir aos educandos o direito constitucional à continuidade e terminalidade dos estudos escolares.
Diante do exposto e da constatação de que parte dos educadores entendeu, porém apresentam dificuldades de compreender e consequentemente de implementar essa politica na prática pedagógica, o que nos revela constantemente que ainda oferecemos um ensino que valoriza o quantitativo em detrimento do qualitativo e mais que questionamos a postura do Ciclo por Formação Humana, mesmo sabedores que estamos na ponta e somos quem de fato aplica a proposta, e seriamos quem mais deveríamos saber, defender e principalmente acreditar na proposta é que nos propomos a desenvolver na formação continuada de 2013 um estudo a respeito, pretendendo nos preparar  e nos qualificar, para através do conhecimento sermos capaz de com eficiência e eficácia melhor desempenhar o oficio de educadores da Secretaria do estado de Mato Grosso. 
Neste sentido, Picanço & Pereira (2007) afirma que é indispensável à presença de um professor capacitado e comprometido no exercício de sua profissão. Sabe-se que não se podem construir conhecimentos sem a interferência do outro e, através dessa visão, faz-se necessário, a contribuição das teorias de alguns pensadores para a formação da prática docente, como também o uso de metodologias que direcione o professor para o processo pedagógico.



















5 – METODOLOGIA

No decorrer das atividades do projeto, buscaremos permear por caminhos metodológicos diferenciados, já que teremos que fazer um levantamento bibliográfico que contempla nossa abordagem e respeitar o olhar de educadores com formação nas diversas áreas do conhecimento. Assim, o estudo será contemplado com uma carga horária de 80 horas, distribuídas em 40 h no primeiro semestre e 40 h no segundo semestre, sendo os encontros nas terças-feiras no período noturno. Tal distribuição contará com temáticas que envolvem a construção do conhecimento por Ciclo de Formação Humana, o Estudo de Resoluções Normativas referentes a EJA (Educação de Jovens e Adultos), a Escola Ciclada no Estado de Mato Grosso e os Parâmetros Curriculares Nacionais e os Temas Transversais  também serão temas abordados nas discussões do Projeto Sala de Educador.
Assim, as ações serão desenvolvidas através da leitura de textos diversificados, projetados no data show, pesquisas na internet, livros e revistas para elaboração de projetos que serão desenvolvidos com os aluno e expostos na socialização e desenvolvidos nas salas de aula e de atividades que cada professor e funcionário, agrupados por área de formação proporá, demonstrando assim como está assimilando os conhecimentos e transformando sua prática. Uma das questões que pretendemos estudar e de imediato levar para a prática é a questão dos relatórios.


6 – CRONOGRAMA

6.1 - SALA DE EDUCADOR

DIAS
ATIVIDADES
CARGA HORARIA
05/03/201

-Apresentação
- SINTEP: A organização curricular por ciclos de formação na escola pública de mato grosso - “a escola de fases não é a que queremos”.
- A legislação nos ciclos de formação humana: intenções e desafios.
- Considerações finais
- Anexos:

TEXTO I
 - OLIVEIRA, Ozerina Victor de – IE/UFMT.

TEXTO II
A Organização da Escola de Ensino Fundamental em Ciclos de Formação da Rede Estadual de Mato Grosso: concepções, estratégias e perspectivas inovadoras.
Prof. Dra. Jorcelina Elisabeth Fernandes
GPCFOPE/IE/PPGE/UFMT- jorce@ufmt.br
4:00
12/03/2013
- O ensino, a aprendizagem e a avaliação baseados na proposta teórico-metodológica do Ciclo de Formação Humana.
4:00
19/03/2013
- Palestra: O Ciclo de Formação Humana (Formadora do CEFAPRO).
4:00
26/03/2013
- Leitura em grupo do Livro: Orientações Curriculares para a Educação Básica;
4:00
02/04/2013
- Leitura em grupo Livro: Orientações Curriculares para a Educação Básica;
4:00
09/04/2013
- Leitura em grupo Livro: Orientações Curriculares para a Educação Básica;

16/04/2013
- Leitura em grupo Livro: Orientações Curriculares para a Educação Básica;
4:00
23/04/2013
- Leitura em grupo Livro: Orientações Curriculares para a Educação Básica;
4:00
30/04/2013
- Leitura em grupo Livro: Orientações Curriculares para a Educação Básica;
4:00
07/05/2013
- Filme: ? (Pedir sugestão a Formadoras e participantes da sala).
4:00
04/06/2013
·         Temas Transversais: Aspectos teóricos
4:00
11/06/2013
·         Temas Transversais: Ética - Práticas pedagógicas em sala de aula;

4:00
18/06/2013
·         Temas Transversais: Pluralidade Cultural - Práticas pedagógicas em sala de aula;
·         Socialização em grupo do tema Ética.

4:00
25/06/2013
·         Temas Transversais: Meio Ambiente - Práticas pedagógicas em sala de aula;
·         Socialização em grupo do tema Pluralidade Cultural.
4:00
06/08/2013
·         Temas Transversais: Saúde - Práticas pedagógicas em sala de aula;
·         Socialização em grupo do tema Meio Ambiente.
4:00
13/08/2013
·         Temas Transversais: Orientação Sexual - Práticas pedagógicas em sala de aula;
·         Socialização em grupo do tema Saúde.
4:00
20/08/2013
·         Temas Transversais: Orientação Sexual - Práticas pedagógicas em sala de aula;

4:00
27/08/2013
·         Temas Transversais: Orientação Sexual - Práticas pedagógicas em sala de aula;

4:00
03/09/2013
·         Temas Transversais: Trabalho e Consumo - Práticas pedagógicas em sala de aula;
·         Socialização em grupo do tema Orientação Sexual.
4:00
10/09/2013
·         - Filme: ? (Pedir sugestão à Formadoras e participantes da sala).
4:00


TEMAS TRANSVERSAIS:

ÉTICA, PLURALIDADE CULTURAL, MEIO AMBIENTE, SAÚDE, ORIENTAÇÃO SEXUAL, TRABALHO E CONSUMO.



7 – AVALIAÇÃO


A avaliação deste projeto se dará nos relatos orais e relatórios escritos individualmente que proporemos no final de cada bloco. Quando coletaremos opiniões e juntos decidiremos por estratégias que propiciem interesse e consequentemente participação dos educandos, bem como as atuações dos docentes disseminando o aprendizado em suas práticas pedagógicas, finalizando com relatórios individuais que serão utilizados na construção do relatório final que serão enviados ao CEFAPRO.


8 - REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais: introdução aos parâmetros curriculares nacionais. Brasília: MEC/SEF, 1997.

BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais: terceiro e quarto ciclos: apresentação dos temas transversais. Brasília: MEC/SEF, 2001.

MATO GROSSO. Secretaria de Estado de Educação. Orientações Curriculares para a educação Básica – Concepções para a Educação Básica. Cuiabá: Defanti, 2012.

MATO GROSSO. Secretaria de Estado de Educação. Escola Ciclada de Mato Grosso: Novos tempos e espaços para ensinar, aprender e sentir, ser e fazer. Cuiabá: Seduc, 2001.

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